Restos humanos de mais de 12.000 anos se exibem em Cancún

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CIDADE DO MÉXICO, 29 Jul. (Notimérica/EP) -

A exposição 'O homem primitivo no Centro do México', exibe no Museu Maya de Cancún, México, os restos ósseos originais dos indivíduos mais antigos já descobertos no México, que incluem seis crânios, dois esqueletos completos e ossos desarticulados de duas mulheres e seis homens adultos.

Os restos fazem parte das coleções da Osteoteca da Direção de Antropologia Física do Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH), que foram transladadas desde a capital do país para a exposição de antropologia física.

A antiguidade dos restos vai dos 12.700 aos 4.500 anos antes do presente (A.P.), datas obtidas em laboratórios de carbono 14. Os crânios correspondem ao Homem de Chimalhuacán (10.500 anos), achado em 1984 no município do mesmo nome.

Também há restos do Homem de Balderas (10.500 anos), descoberto em 1968 na rua de Balderas durante as escavações realizadas para construir a Linha 1 do Metrô, na Cidade do México. Assim como do Homem de Tlapacoya (12.000 anos), localizado em 1968, na colina de Tlapacoya, Estado do México.

Os demais restos correspondem-se ao Homem de Texcal (7.480 anos), o Homem de São Vicente Chicoloapan (4.500 anos) e o Homem de Tepexpan (6.200 anos). Além disso, se incluem os esqueletos completos do Homem de Chimalhuacán (10.500 anos) e da Mulher de Texcala (7.200 anos).

A exposição também inclui um mapa da Cuenca do México no qual se indicam os lugares onde localizaram-se os crânios, fotografias dos achados e uma animação digital que recreia como viviam os primeiros grupos humanos do centro do México, assim como as suas rotas de migração pelo continente americano.

Em Cancún se registraram durante os últimos dez anos alguns das descobertas mais importantes dos primeiros habitantes do continente americano.

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